segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Sexo e Amor


Esse é um aspecto da separação entre a humanidade e Deus que sempre me intrigou: Como o ser humano consegue lutar contra sua própria natureza amorosa?

Vimos no texto anterior que o Amor, muito além de ser uma mera emoção ou mesmo um sentimento, na verdade trata-se de uma energia.  Na escala das emoções, comparando proporcionalmente com nossa vibração espiritual, o Amor é o que nos faz vibrar muito mais intensamente, e isso nos aproxima do Criador, haja visto que Deus Pai/Deusa Mãe constituem o Amor, a energia criativa, em estado puro.  Logo, considerando que somos todos UM com o criador, como instrumentos da criação, somos Amor em estado latente!




Mas a experiência de viver separado de Deus nos permitiu conhecer o outro lado de uma dualidade que se mostrou por demais dolorosa e penosa.  Claro que nunca estivemos efetivamente separados da Divindade, pois a separação definitiva é impossível de ser atingida.  O que tivemos foi uma experiência de viver em uma ilusão criada onde só o que se via a nossa volta era material, limitado, grosseiro.

Mas essa experiência foi levada a extremos!  Fizeram-nos acreditar que não podíamos confiar uns nos outros, que os polos masculino e feminino não podiam conviver em paz, em um ambiente de medo e culpa constante, onde o que mais valia era a sobrevivência do mais forte.  Vivíamos em um ambiente de competição, onde o que valia era a máxima “Cada um por si, e Deus por todos!”  Isso quando se conseguia acreditar em Deus!!!

Para experimentarmos a dualidade do Bem e do Mal, fomos colocados em um ambiente confinado de um planeta que, embora possuísse belezas incomparáveis, muito poucos eram capazes de parar e vislumbrar essa beleza, pois todos precisavam lutar por sua sobrevivência.  Embora fossemos consciências Divinas, esse conhecimento nos foi negado em nome de uma experiência onde o que mais prevalecia eram os instintos.  Instinto de sobrevivência, instinto de conservação, instinto sexual, instinto de preservação.  Éramos animais em um ambiente de absoluta hostilidade.

E como animais, a sexualidade humana se tornou também instintiva, primitiva.

E onde o Amor entra nisso?  Essa é a grande questão!!!  Ele não foi permitido entrar...

Mesmo depois que houve a grande revolução sexual, onde se tentou introduzir o conceito de Amor na sociedade então vigente, iniciou-se um processo de denegrir esse sentimento.  Todos foram convencidos de que amar alguém era possuir alguém, ser dono dessa pessoa.  A psicologia introduziu o conceito do “Ciúme saudável” como um meio de justificar essa necessidade de posse do ser amado.  Mas a verdade é que não existe ciúme saudável!  Ciúme, ou sentimento de posse, não casa com Amor!

E foi nessa que o Amor enquanto sentimento foi sendo contestado e deixado de lado.  Lembremos que o conceito de Amor enquanto energia era algo negado e oculto, ninguém sequer poderia suspeitar que era Deus em si!  Nessa experiência de separação, Deus precisava ser uma entidade externa, onde só poderia ser encontrada em ambientes próprios, santificados, com representantes treinados e preparados para representa-lo.  Ninguém poderia sequer suspeitar que tinha Deus dentro de si!!!

O que você vê hoje é uma sociedade que copula como animais no cio, disputando território, disputando presas.  As mulheres, nesse ambiente de disputa e sobrevivência, para defender sua subsistência, usam roupas lascivas, se vendendo como objetos para serem usados e jogados fora.  Mas o grande objetivo é conseguir amarrar um homem que seja submisso aos seus encantos e manipulações, e que seja bem sucedido, financeiramente falando, para que ela não tenha que se preocupar com sua sobrevivência.

Como foi possível nos tornarmos tão frios e animalizados assim?

Hoje você tem textos afirmando que o sexo não é só uma mera troca de fluídos, que pode ser impedida com o uso de preservativos.  A própria ciência já comprovou que, por mais que uma mulher tenha se relacionado sexualmente com milhares de homens e nunca tenha engravidado de nenhum deles, essa mulher carrega os cromossomos Y de cada um desses milhares de parceiros dentro de si, como se fosse um enorme depósito sanitário masculino.  Sei que a imagem não é agradável, mas o intuito é mesmo chocar!!!

Trocamos energias em todas as interações sexuais que possamos ter ao longo da nossa encarnação, e isso independe de uso de qualquer tipo de preservativo!  Essa troca acontece através de um beijo, de um toque, de abraços, de carícias... Ou seja, de qualquer forma de expressão afetiva que se possa ter com qualquer um!  E essa energia dessas pessoas com quem nos conectamos permanece em nós durante anos e anos.  Absorvemos, e passamos a demonstrar traços das personalidades dessas pessoas, sejam elas positivas ou negativas.

Mas o que mais me impressiona é a capacidade de desprezo da pessoa com quem se relacionou sexualmente, como se nada tivesse acontecido no dia seguinte!

Eu, como uma consciência Pleiadiana encarnada, na minha experiência de fingir ser um ser humano, me lembro da única vez em que tive uma experiência sexual com uma garota de programa, e do quanto eu nunca mais consegui esquecer essa garota!  Mesmo não tendo sabido sequer o nome dela, a simples empatia que tive com ela, mesmo que apenas por uma hora de programa, foi suficiente para que eu não me esquecesse mais dela.  E sei que ela também não se esqueceu de mim, haja visto que o grupo com o qual eu fui até essa boate, voltou na mesma boate uma semana depois, e ela se aproximou do grupo, muito provavelmente na esperança de me reencontrar, haja visto que um deles me confessou que quase fez um programa com ela.

Por mais que um ser humano lute contra sua própria humanidade, volto a dizer que ele sempre sentirá a necessidade de expressar Amor, pois essa é a natureza de todos enquanto Deuses encarnados!

Sexo para nós, consciências Divinas encarnadas, é muito mais do que uma interação instintiva.  É uma experiência sagrada, e agora é hora de começarmos a tratar esse ato como tal!  O Amor é nossa natureza, é quem somos.  Por isso, enquanto insistirmos em renegar isso, o que vai acontecer é que continuaremos a ter uma multidão de pessoas sofrendo de depressão profunda, de crises de pânico e solidão, se suicidando todos os anos.  O vazio que permanece dentro de cada um por todas as ligações afetivas rompidas, somados ao sentimento de rejeição e de separação do TUDO QUE É, é o que mata nosso espírito.


Sexo e Amor não podem ser separados, pois Sexo é uma expressão de Amor!  A menos que você seja uma consciência Reptiliana Psicopata, que é desprovida de empatia, ninguém nunca conseguirá ter paz se não Amar.